Senepol do Brasil fortalece pecuária latina

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Publicado em: 16 de abril de 2021
Senepol do Brasil fortalece pecuária latina

A demanda pela genética Senepol no mercado interno e externo se mantém aquecida e sustentando as contas positivas em todos os eventos comerciais promovidos pelos selecionadores da raça.

A dedicação dos criadores para a produção de animais eficientes e para a geração de informações zootécnicas que comprovam o potencial do taurino tropical na produção da carne de qualidade é o principal fator que estimula a procura pelo Senepol.

Um exemplo que respalda a tese é a recente aquisição de doadoras por criadores venezuelanos. Por dois anos seguidos os “ganaderos” vizinhos investiram em doadoras Senepol brasileiras para formação de plantéis naquele país. A negociação mais recente foi realizada no dia 12/04 no 13ª edição do Leilão “Riquezas Senepol da Conquista”. Das 54 novilhas avaliadas pelo Programa de Melhoramento Genético do Senepol (PMGS) ofertadas no evento, 10 foram arrematadas para exportação. As novilhas precoces e de alto padrão genético foram muito disputadas e foram as que obtiveram os melhores preços.

O promotor do evento comemorou a operação internacional e avaliou de forma positiva as perspectivas produzidas pelo estabelecimento de rebanhos puros da raça Senepol fora do Brasil. “Nosso objetivo sempre foi o de desenvolver um animal eficiente, moderno e com desempenho em todas as características genéticas. Acredito que o trabalho de seleção focado em características que são relevantes e essenciais para a viabilidade dos modelos pecuários dos trópicos, fomentado pela Associação e desenvolvido pelos criadores, desperta o interesse dos pecuaristas estrangeiros. Os venezuelanos estão investindo na formação de um plantel de alto padrão. Eles certamente vão estimular o mercado local com a produção de touros e animais de cruzamento. A tendência é que esse grupo se torne fornecedor de genética com um nível de exigência alto e por isso mesmo sempre voltarão para reforçar e renovar a genética na origem, ou seja, beber na fonte”, comenta Fábio Mello.

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