Genética Brasileira em alta!

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Publicado em: 28 de dezembro de 2011
Genética Brasileira em alta!

* Fonte: Portal DBO (Ivan Azevedo)

A venda de doses de sêmen no primeiro semestre de 2011 cresceram 16,85% em comparação com o mesmo período do ano. Os dados foram divulgados pela pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial  (Asbia). Somando as 2.065.341 doses de corte com as 2.430.584 do setor leiteiro, os pecuaristas brasileiros adquiriram  4.495.925 doses nos primeiros seis meses do ano.

Para o ano de 2011, a expectativa é de incremento de 18% em relação ao desempenho de 2010, em razão do forte aquecimento do mercado no segundo semestre, estima Lino Rodrigues Filho, presidente da Asbia.“O mercado de IATF (Inseminação Artificial por Tempo Fixo) pode contabilizar alta de 23% em relação ao ano passado, demonstrando o crescimento no mercado de corte nesta temporada”, projeta.

 

No primeiro semestre do ano passado, as doses do mercado leiteiro representaram 54,4% do total, enquanto as para animais de corte atingiram 45,6%. Neste ano, o leite ficou com 54% e a produção de carne com 46%. Porém, esta porcentagem deverá sofrer alteração, com o mercado de corte buscando equiparação no final do ano. “O mercado de carne pode surpreender muita gente nesses últimos meses”, sugere Rodrigues Filho.

O relatório também demonstra a elevação da participação da genética nacional frente à importada. No primeiro semestre de 2011, a quantidade de doses de animais brasileiros negociada obteve crescimento de 22%, passando de 1.999.253 em 2010 para 2.438.522 em 2011. Desta maneira, a participação da genética brasileira no total consumido no Brasil passou de 51,9% para 54,2%.

 

Entretanto, a genética que domina a importação (Angus e Red Angus, respectivamente a maior e segunda maior), registrou forte crescimento. A aquisição de doses de sêmen de animais da raça em 2010 foi de 257.881 e subiu para 328.830 doses em 2011, incremento de 27% no período. Em contrapartida, as demais raças integrantes do grupo das cinco mais fortes em importação (Simental, Senepol e Charolês) registraram recuo na importação. Criadores de Simental e Senepol elevaram o montante de doses nacionais comercializadas.

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